Tamanho masculino e feminino cérebro

Qual a diferença entre o cérebro masculino e feminino? Pesquisa responde. By Paulo. cerebro-masculino-e-feminino. 0 1.512. 4. ... Quando os pesquisadores ajustaram os números para olhar as regiões subcorticais em relação ao tamanho global do cérebro, as comparações se tornaram muito mais próximas: havia apenas 14 regiões onde os ... O cérebro masculino é um pouco maior do que o feminino, o que não significa que homens tendem a ser mais inteligentes. A maioria dos cientistas acredita que a diferença de tamanho tem relação com o maior volume muscular dos homens. 5- Hormônios no corpo O cérebro masculino vai se moldando e se desenvolvendo de uma forma distinta do feminino quando um bebê ainda não sofreu nenhuma exposição a qualquer tipo de influência social. Culpa também dos hormônios, ao longo da vida, a mulher está mais sujeita a apresentar variações do humor que o homem, pela relação direta dos níveis de ... «O livro por que sempre esperei! Esclarecedor, divertido e nunca dogmático, explica porque devemos esquecer o conceito de que existe um cérebro masculino e outro feminino e apresenta-nos os avanços daí decorrentes para os domínios da medicina, educação, carreiras profissionais e relacionamentos pessoais.» O livro cumpre seu objetivo inicial de desmascarar o conceito construído de um cérebro diferente para cada gênero. É estabelecido em suas páginas que esse órgão não tem mais diferenças masculino ou feminino que o fígado, os rins ou o coração tenham. Cérebro Feminino 1. GÊNERO CEREBRAL ♀FEMININO X MASCULINO♂ Elaborado por GISELE CALIA 20/05/2014 2. 20/05/2014 3. INFORMAÇÕES BÁSICAS O cérebro feminino tende a ser menor (em tamanho, volume). O cérebro masculino e o feminino são bem diferentes em termos de arquitetura e atividade. Neste artigo, faremos uma revisão sobre as descobertas científicas que se aprofundam no tema das diferenças cerebrais entre homens e mulheres. 5 diferenças entre o cérebro feminino e masculino confirmadas pela ciência. Vamos começar com as principais diferenças confirmadas pela ciência: Os homens têm um cérebro maior que o das mulheres. Suas mudanças estruturais no cérebro são extremamente responsáveis por isso. A esquerda e a direita, ambos os hemisférios, são iguais em tamanho e função nas fêmeas. Além disso, o cérebro feminino tem um Corpus Callosum mais amplo, o que ajuda a transferir dados entre hemisférios direito e esquerdo mais rápido. Simon Baron-Cohen (2003) é um dos maiores pesquisadores a respeito do funcionamento do cérebro masculino, feminino e do que ele chama de cérebro extremamente masculino (esse seria o cérebro do autista, falaremos disso em próximos textos). Em resumo, o autor diz que ‘sim, existe diferença’ entre cérebro masculino e feminino! O cérebro masculino possui mais conexões dentro de cada hemisfério, enquanto o feminino apresenta um número maior entre os lados, ou seja, estão mais interligados. “Por isso, na teoria, o indivíduo do sexo masculino apresenta mais foco e é propenso a aprender e executar melhor uma única tarefa.

Dois anos de E/HRT: um relato

2018.11.29 02:33 taish Dois anos de E/HRT: um relato

trilhazinha fofa~
...Parece que foi ontem. Nada como um clichê pra começar, mas parece mesmo. Um aspecto muito interessante da transição é que ela cai como uma luva, e fica até difícil de lembrar que as coisas foram diferentes. Não que as memórias (e aquela dor toda) não existam mais; mas a transição de personas acaba tão confortável, natural, correta, que não parece que no passado eu performava outro gênero. O normal é tão normal que parece que nem está ali. É difícil de explicar; mas se eu não lembrar conscientemente do passado, é como se aquela experiência nem tivesse existido. Existem cicatrizes e feridas abertas, ainda tenho muita disforia de diversos tipos, e estou longe de estar "pronta" (seja lá o que isso signifique); mas num momento qualquer, sem prestar atenção, é como se eu tivesse sempre vivido no meu gênero.
Não posso provar, mas tenho certeza de que só posso sentir isso por estar com o hormônio correto. Agora, por contraste, percebo quanto atrito o hormônio oposto me causava.
Minha terapia hormonal demorou onze meses. Iniciei a transição em janeiro, passei a full-time em junho, e comecei estrogênio em novembro. Já sabia que queria; a espera foi pra ingressar no ambulatório do SUS, e no meio tempo revirei a cidade e não encontrei um endocrinologista que me atendesse. Apesar da ansiedade excruciante — e minha nossa, poucas ansiedades são tão ansiosas quanto esperar por HRT, a consciência não dá descanso —, o primeiro ano de transição foi tão intenso e complexo que acabei feliz por ter levado menos de um ano.
Tinha bastante medo de que meu corpo não respondesse bem aos hormônios, ou de forma insuficiente, já que iniciei aos 38. Sabia que genética é bem mais fator do que idade, mas temia mesmo assim. Foi preocupação em vão, porque sinceramente, não tenho do que reclamar. E olha que demorei um ano pra atingir e estabilizar nos níveis corretos. Comecei com seis meses de estrogênios conjugados, em dose baixa. Aumentei a dose e passei pra valerato de estradiol nos seis meses seguintes, e adicionei antiandrógeno. Durante esse primeiro ano, tive níveis baixos de estradiol e a testosterona resistia em diminuir. Solucionei tudo isso passando a usar 17b-estradiol sublingual no segundo ano. Hoje tenho bons níveis com uma dose médio-baixa, segura e eficiente. Se tem algo que eu faria diferente, é pesquisar bem, muito bem, a HRT antes; perdi muito tempo, tomei porcaria, e só melhorou quando eu mudei a rota de administração por minha conta — e atualizei minha endo por tabela. HRT é na verdade bastante simples, mas os protocolos usados no Brasil estão muito desatualizados. E apesar da neura e pressa na busca pelos níveis hormonais corretos, tive todos os efeitos previstos. A verdade é que a gente não tem informações suficientes relacionando níveis e resultados — mas ao mesmo tempo, é natural buscar se assegurar das melhores alternativas.
Uma coisa bacana que aprendi com a HRT foi dar tempo ao tempo, e acreditar nele. As coisas mudam devagarinho, em pequenos incrementos. Amadurecer no hormônio certo é um grande efeito em si, e é alentador perceber que, aos poucos, vamos mudando. E que mesmo quando a gente tá acostumada, ainda se surpreende com pequenas mudancinhas aqui e ali. E pode acreditar: a gente é incapaz de dizer, imaginar, como vamos mudar com a HRT — principalmente as mudanças no rosto. Iniciei a transição tentando fazer as pazes com o fato de que seria uma ogra pra sempre, mas vejam só: nem sou. Eu não me dava nenhuma chance nem tinha qualquer expectativa, hoje o espelho nem briga muito comigo. (Quase sempre.) É um processo muito legal e suficientemente indistinguível da magia (pra citar a terceira Lei de Clarke). Em que pese todo o inferno e as frustrações de ser trans, é fascinante a noção de estarmos mudando profundamente e por completo nossos corpos, ativando expressões genéticas que já contemos. Antes da transição, rejeitava HRT porque me parecia um jeito fake de mudar. Não podia estar mais errada: HRT é um jeito absolutamente natural de corrigir. É dar ao corpo a chave de código certa, e deixar que ele tome conta do recado. É uma das melhores partes da transição, sem dúvida, e é uma perspectiva única e interessante poder curtir a (segunda) puberdade.
Vou deixar minha listinha de resultados porque sempre ajuda quem procura informação, tem curiosidade, ou está questionando se esse é o caminho pra si. Mas lembrem que alguns efeitos variam bastante de pessoa pra pessoa!
Quando comecei a HRT, sabia o básico, mas procurei ler o mínimo possível acerca dos resultados, porque queria evitar me influenciar pelas experiências dos outros, e também pra doer menos caso nada acontecesse. Acho que foi positivo, pois pude curtir cada mudança com mais espotaneidade e menos expectativa. Como às vezes é difícil separar o que foi efeito da HRT, e o que foi efeito placebo/concomitante (afinal, minha vida mudou por completo), como referência, vou partir da tabela de efeitos de E/HRT da WPATH (Associação Mundial para a Saúde Transgênero). Sempre lembrando: os "prazos" previstos pressupõem níveis hormonais dentro das faixas-alvo (ou seja, estradiol/E2 e testosterona/T em níveis femininos), o que pode normalmente demorar meses em idas e vindas ao endocrinologista para estabelecer as dosagens corretas — já que o corpo leva aproximadamente três semanas para estabilizar cada mudança de dosagem. Por isso, não leve os intervalos de tempo muito a sério, e ps vejam apenas como uma linha-guia genérica.
1 Redistribuição da gordura corporal
Sim. Comecei a HRT com o peso mais baixo possível, e depois de seis meses me permiti ganhar peso lentamente, até chegar a ~seis quilos. Queria bunda e peito; foi quase tudo pras coxas! Minha bunda foi de "negativa" a "mínima", então já conto como vitória. Não tive flutuação de volume dos seios com o peso. As coxas já tinham bom tamanho, e agora estão saindo do controle. Infelizmente não perdi nada de barriga :( O que lá estava, lá permanece. Mas também era querer demais; não fiz exercícios localizados pra ajudar, admito e subtraio do resultado.
Nesse quesito também incluo as alterações no rosto, já que são relacionadas à suavização via acumulação de gordura em padrão feminino. Essa parte foi a mais surpreendente pra mim, porque tinha certeza que estava além da possibilidade de qualquer mudança. Percebi diferença a ~12 meses; foi quando me olhei no espelho e disse mas ué, tem alguma coisa diferente. Comparando antes e depois, as diferenças são absolutamente sutis, mas inegáveis. Durante o segundo ano, meu rosto arredondou e ficou ainda mais feminino, o que me deixa esperançosa pros resultados cumulativos que vem adiante. Como "efeito colateral", laser, HRT e mudança de hábitos me rejuvenesceram uns bons cinco anos.
2 Diminuição da massa musculaforça
Não sei, na real. Nunca fui musculosa. Não percebi diferença na força.
3 Suavização da pele/diminuição da oleosidade
Sim! Principalmente a oleosidade da pele e dos cabelos, que antes eram um problema sério, e hoje são controláveis com os produtos e a rotina certa. Essas mudanças são relacionadas à testosterona e vieram rapidamente quando inicei o antiandrógeno (questão de dias). Minha pele já era macia porque eu hidrato diariamente há anos, mas ainda assim percebi significativa melhora nesse quesito ao longo do tempo. Principalmente em áreas protegidas do corpo (colo, parte interna dos braços), que ficaram maciíssimas.
4 Diminuição da libido
Sim, quando iniciei antiandrógeno. No começo, somente com estradiol, não houve diferença alguma; quando controlei a testosterona, pude atingir o verdadeiro zen de um espaço mental finalmente livre da constante interferência, insistência, e chatice da libido.
Mas não é apenas uma diminuição: é também uma modificação bastante significativa de forma. Antes, tesão era o simples latejar da "coisa". Agora, é absolutamente oposto: nada objetivo, nada concentrado, e bem mais difícil de explicar. É tipo uma ânsia que vem com um calor que toma conta de todo o corpo, principalmente o peito. Ainda não sei bem; não exploro essa parte, porque essa configuração genital ainda presente me deixa muito mal e travada. Mas às vezes, me invade, sem motivo aparente, durante atividades rotineiras. E é bem divertido.
5 Diminuição de ereções espontâneas
Sim, quando iniciei antiandrógeno. Iniciar estrogênio sem bloquear testosterona me trouxe disforia genital muito forte (e era algo que não havia experimentado antes da transição). As respostas e movimentos insistentes, principalmente quando passei a full-time, me enlouqueceram, e até o formigamento pré-ereção da glande me deixava com uma raiva enorme de tudo. A adaptação ao estradiol, a intensificação das emoções, somada à insistência do padrão de libido da testosterona, foi muito contraditória e me causou sérias crises pelo simples sentir da coisa ali em seu lugar. Já sabia que queria CRS, nesse período ficou totalmente óbvio. Quando baixei a T, a disforia melhorou um pouco — a inércia total é uma bênção —, mas ainda me incomoda bastante.
6 Disfunção sexual masculina
Nenhum interesse nessa função; a coisa tá aposentada, e pra todos os efeitos, é inútil. Nenhuma reclamação a esse respeito.
7 Crescimento mamário
Sim! Ufa! São pequenos, mas do mesmo tamanho da minha irmã, um pouquinho maior que o da minha mãe, e em linha com o que tenho na família — então, por enquanto, vai dando a lógica.
Meus seios tiveram basicamente dois grandes períodos de crescimento, e aparentemente nada fora destes. O primeiro foi do início do estrogênio até o quinto mês; mas o mais significativo foi o segundo, do 13° ao 16° mês, quando ganharam boa massa e forma. Agora já fazem oito meses sem movimento :( Medinho de terem completado seu crescimento, vejamos o que o terceiro ano traz. Hoje ainda os acho muito pequenos para o meu tórax, mas se ganhar um pouco mais de seio, dispenso de vez as intenções de colocar prótese. A experiência do desenvolvimento dos seios é uma das coisas mais legais da face da terra, aliás. Pra mim foi como se, pela primeira vez, meu corpo estivesse fazendo algo certo pra mim. Me trouxe uma conexão corpo-mente que eu não jamais havia tido até então. De fato, tem sido tudo que eu imaginava que seria.
8 Diminuição do volume testicular
Sim. A previsão de atrofia é três a seis meses, mas percebi a partir do segundo mês de T nos níveis certos. Fazer o "tucking" era péssimo, extremamente desconfortável... e hoje eu nem percebo. Nem preciso mais colocar na posição, só de ajeitar o kit na hora de colocar a calcinha, eles já vão sozinhos pra sua casinha. Devem estar com metade do tamanho, parecem um caroço de ameixa. Admito um certo prazer sádico por ver os maledettos assim, patéticos, atrofiados, e com os dias contados.
9 Diminuição da produção de esperma
Sim. Quando da manutenção obrigatória necessária à saúde do sistema, nem preocupa mais qualquer sujeira. Gotinhas incolores. Não deve cobrir o fundo de uma tampinha de refri.
10 Perda e crescimento desacelerado de pelo corporal ou facial
Em partes. Sim? Em alguns lugares foi bem óbvio: eu tinha uns 20 cabelos no peito, eles desapareceram yay. Nas pernas diminuiu, mas não o suficiente pro meu gosto (sou obcecadadamente anti-pelos). Nos braços diminuiu bastante. No rosto, já tinha feito quatro sessões de laser antes da HRT, então não pude perceber os efeitos.
11 Calvície de padrão masculino
Pouca diferença. Tenho entradas horríveis que me causam enorme disforia, elas persistem e eu e minha dermatologista já meio que jogamos a toalha, que o dano já foi feito. Em dois anos de minoxidil + finasterida, apenas recuperei um pouco de volume no topo, e interrompi o processo de perda, o que é excelente.
Efeitos não listados pela WPATH
12 Mudança do odor corporal
Que estranho isso não estar na tabela da WPATH, porque é algo totalmente relacionado à testosterona dominante. Sim! Um par de meses depois de adicionar antiandrógeno, percebi que minhas roupas sujas no cesto não estavam mais empestando o banheiro ao se acumular. Foi um dia marcante: tinha saído pra fazer exercícios, voltei toda suada, percebi que a pilha de roupas não tinha aquele cheiro azedo. Peguei a camiseta suada com que tinha caminhado e cheirei, e não tinha cheiro de nada. Um cheiro de... água fresca? O mais engraçado foi perceber meu cérebro fazendo "illogical... does not compute", já que esperava o mesmo cheiro que percebeu a vida toda. Comecei a rir, achando graça, chorar, emocionada, e cheirando repetidamente a camiseta suada, como que pra compreender e superar o evento ilógico. Foi muito divertido.
13 Diminuição do tamanho dos pés
Esse é um assunto polêmico! HRT não altera estruturas ósseas, logo, pés não deveriam diminuir — e não diminuem na maioria das vezes. Mas noutras, diminui! Talvez seja algo ligado à perda de musculatura. Só sei que, desde que comecei HRT, diminuí os sapatos de 42 pra 40, o que foi um gigantesco salto em qualidade de vida. Perdi todos os calçados do começo da transição, que estão grandes demais pra usar, mas não reclamo, não não.
14 Mudanças psicológicas
É geralmente difícil apontar o que foi causado efetivamente pela alteração de perfil hormonal, e o que foi efeito das outras mudanças — autoaceitação, suporte familiaamigos, transição social, amadurecimento, sair de uma vida em segredo, etc. Mas um efeito bastante comum e que, concordo, é causado pelo estrogênio, é um aumento na intensidade, na amplitude, e no alcance das emoções. Elas invadem e se tornam impossíveis de bloquear. Elas ficam MUITO mais fortes, e às vezes vem múltiplas, em conjunto, simultaneamente — é como ir de mono pra polifonia surround. Nunca senti nada remotamente parecido antes da HRT, e isso inclui momentos incríveis de euforia do início da transição. Às vezes elas vem com uma reação de corpo inteiro, como que com tremores por dentro do corpo. E já disse que elas ficam inescapáveis? A definição também aumenta: os vales ficam ainda mais baixos, e os picos, ainda mais altos. A reboque disso, percebi um aumento na capacidade empática. Já tinha bastante, hoje é algo que toma conta por completo. O "sentir o outro" fica muito amplificado. Sento pra ver tevê e choro com qualquer coisa. Descobri uns oito tipo de choro diferentes, aliás. Meu preferido é o em que as lágrimas escorrem sozinhas, sem espasmos da face ou sons. Só as lágrimas.
Também coloco aqui o surgimento de um desejo de maternidade. Passei a vida me sentindo meio incomodada por crianças, afirmando que não queria filhos, e não queria mesmo. Hoje percebo que o que eu não queria era ser pai. Descobri o desejo de ser mãe sem querer, um dia assistindo crianças comendo no youtube, e chorando desesperadamente. Sinceramente, sempre tive medo da hora em que fosse sentir falta do meus ovários e do meu útero, e tem sido tão difícil como parece. Antigamente, crianças me irritavam fácil. Hoje é absolutamente impossível segurar um sorriso ao ver qualquer pequeno — dia desses passei por uma creche e tinha uns dez pitocos brincando e eu quase derreti na calçada. E quando eles sorriem pra gente? Sou capaz de narrar todas as vezes que me aconteceu. Apesar da impossibilidade de ficar grávida, curto muito essa mudança, porque acho que ela tem muito a ver comigo. E a melhor parte é que eu posso deixar esses sentimentos jorrarem, sem mais vergonha, ter que esconder, empilhar entulho no caminho. Eles vem e eu abro caminho e as coisas ficam certas. Ainda não podemos comprovar os efeitos psicológicos da HRT, mas se eu fosse chutar, concordaria com os que dizem que nossos cérebros simplesmente funcionam melhor sob o hormônio certo dominante. Não é à toa, nem um pouco à toa, que HRT (junto à transição) é o melhor tratamento pra disforia de gênero.
Como vocês podem notar, poderia passar dias falando sobre minha experiência com HRT — mas fiquemos por aqui por ora. Quaisquer dúvidas, só chamar nos comentários!
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